Uma medida que devia ser aplicada à Reitoria da UP para se moralizar a escolha do gabinete de advogados a que a Reitoria recorre para obter serviços jurídicos externos.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Orçamento Disponível da UP Aumentou entre 2010 e 2016 de 3% para 14%
A Reitoria forneceu ao CG
um quadro que mostra que a fração dos encargos em despesas de pessoal tem vindo
a diminuir ao longo dos últimos anos, tal como se pode ler aqui: https://drive.google.com/file/d/1nApN1NpV3FmRAu-FnCpwCxxUDCC07wSa/view?usp=sharing
Assim a UP é terceira
Universidade Portuguesa com mais dinheiro sobrante depois de pagar as despesas
de pessoal, tal como se pode ler neste segundo quadro fornecido pela Reitoria
ao CG: https://drive.google.com/file/d/1K7fSlKE3_9WM9-2_4vZPm-ZYQ8P9he-T/view?usp=sharing
A UP começa a ter disponibilidade
financeira para sonhar e não se
limitar à gestão corrente.
Entradas e Saídas de Docentes nas Faculdades da UP
A Reitoria forneceu ao CG
um quadro sobre este parâmetro documentando que: (ii) há uma quase estagnação de
movimentos de entrada/saída de docentes na UP; (ii) algumas Faculdades perderam
docentes nos últimos anos. O quadro pode ser lido aqui: https://drive.google.com/file/d/1XGg9CFcyxKcAZNTX8NcWZKXzlEaSPxoz/view?usp=sharing
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Comissões do Conselho Geral: sua Constituição Final
Os membros do CG
receberam hoje do Secretariado do CG, por indicação do Presidente, a constituição
final das Comissões do CG que se pode ler aqui:
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Despesas da Reitoria em 2019
A propósito da proposta
de Orçamento da UP para 2019, no dia 29 de setembro eu enviei ao Senhor Reitor
um email solicitando-lhe informação detalhada sobre o modo como o Orçamento da
Reitoria seria gasto em 2019. Esse pedido meu pode ser lido aqui:
Essa informação não foi
incluída na proposta de Orçamento da UP para 2019 enviada ao CG e apresentada
na última reunião (17 de novembro). No entanto, foi apresentado oralmente
durante a reunião de 17 de novembro um quadro com indicação de ter como objetivo
responder a esse meu pedido. Esse quadro foi depois enviado por email a todos
os membros do CG e pode ser lido aqui:
O quadro apresentado não
vai, no entanto, ao encontro da satisfação do meu pedido porque sofre de falta
de detalhe em várias verbas, nomeadamente ao indicar uma verba de quase 4,5 M€ apenas como “Reit – Geral”. Para além desta verba, a fatia maior vai para “Universidade Digital e Gabinete de Estudos
Estratégicos e Melhoria” com 4,8 M€.
De notar que em 2019 a Reitoria já vai passar a ter um encargo anual com os Museus de 1,1 M€. A despesa com Museus é a mais notória das mais recentes expansões
financeiras da Reitoria. Na UP, a Reitoria é 2ª “Faculdade” em gastos, logo a
seguir à FEUP, apesar de na Reitoria não se ensinar nem aí se fazer investigação.
O que a Reitoria gasta é retirado do que será entregue às Faculdades. O
crescimento financeiro da Reitoria é contínuo há vários anos, à custa dos
orçamentos das Faculdades.
Foi também mostrado e
enviado a todos os membros do CG um quadro sucinto com as despesas da Equipa
Reitoral que pode ser lido aqui:
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Distribuição do Orçamento da UP para 2018 pelas Faculdades
A 12 de outubro enviei por
email ao Senhor Reitor uma “Proposta de Orçamento da UP para 2018: Pedido ao
Senhor Reitor para que Inclua Capítulo com Distribuição
do Financiamento por Faculdades de Acordo com o Modelo Oficial de
Financiamento do Ensino Superior”.
Embora não incluída no
documento “Proposta de Orçamento da UP para 2018” (enviado para apreciação pelo
CG na sua última reunião), a informação que vai ao encontro deste meu pedido
foi apresentada oralmente na última reunião do CG, tendo sido secundada por
texto explicativo e vários quadros, os quais podem ser lidos aqui:
Do documento anterior
extraio um dos quadros para ilustrar com brevidade os resultados obtidos da
aplicação desta metodologia; esse quadro pode ser lido aqui:
Em resumo, foram seguidos
os seguintes passos pela Reitora:
1. Foi em primeiro lugar calculado o valor que corresponde a
cada Faculdade, tendo em conta fórmula que considera o número de estudantes e o
custo do seu ensino conforme o curso que frequentam (fórmula disponível em
documento do governo). Foram introduzidos vários fatores de moderação. Esse
cálculo mostrou que, mesmo com os fatores de moderação, há duas Faculdades que
têm recebido valores superiores aos que resultam da aplicação da fórmula (e,
claro, as restantes menos do que lhes caberia).
2. Foi aprovado por voto maioritário dos diretores de Faculdade
o princípio proposto pelo Reitor de que nenhuma Faculdade da UP veria o seu
orçamento de 2018 diminuido relativamente ao de 2017. Assim as duas Faculdades
que têm recebido a mais, receberão o mesmo valor que em 2017 (0,00% na coluna a
azul no quadro que pode ser lido acima).
3. Para que este princípo se tornasse financeiramente possível,
foi aceite pela maioria dos Diretores o princípio de solidariedade financeira que
prevê que as Faculdades (exceto as duas que têm recebido a mais) recebam apenas
um terço do aumento para 2018 que lhe seria devido (comparar a coluna a verde
com a coluna azul no gráfico que pode ser lido acima).
terça-feira, 21 de novembro de 2017
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